- RiscoNo tecido correto, o Michelangelo® é seguro; superficial, a enzima pode necrosar.
- NodulaçãoCicatrização irregular: avisar antes, massagear e esperar; em média, 2 semanas.
- Corpo femininoSombras e detalhes menos agressivos; do marcado ao sutil, a escolha é do paciente.
- O lado humanoA imagem do escultor que só tirava os excessos e o retorno de pacientes que confiam muito.
- EcossistemaMarca, franquia e mentorados; o vídeo do Renascence® e o pedido de vir pronto para trabalhar.
- O risco está no tecido errado
O Michelangelo® tem uma margem de segurança muito boa, desde que a aplicação seja no tecido correto. Enzima lipolítica aplicada de forma superficial pode causar necrose. Aplicar sem critério, só para entregar resultado, dá problema.
- Renascence®: intercorrência inesperada é muito rara
No Renascence®, algo inesperado é muito raro, e o processo autólogo diminui muito a rejeição. Mesmo assim, tudo tem de ser feito da forma mais coerente possível, num ambiente preparado. O caso que ele lembrou foi o de uma paciente muito magra em que um gominho cicatrizou antes do outro: esperou, e resolveu.
- A nodulação é esperada e deve ser avisada antes
A cicatrização do processo regenerativo é irregular, como a casquinha de um joelho ralado: tem partes moles e partes duras. Por isso o pós-imediato fica cheio de bolinhas, o que é completamente esperado. O paciente precisa saber disso antes: vai nodular e depois vai arrumar.
- Duas semanas em média, com massagem modeladora
Em alguns pacientes a nodulação passa em dois dias; a média é de duas semanas. Ele indica massagem modeladora, feita por um profissional ou pelo próprio paciente no banho. A reavaliação vem duas semanas depois: se a evolução não for a esperada, é hora de investigar.
- Quando não se palpa: ultrassom ou estímulo muscular
Num abdômen todo fibrosado por duas lipoaspirações, não dá para palpar as inserções musculares. Usar ultrassom para achar a anatomia é "o ouro do ouro". Alguns pacientes precisam de estímulo com corrente russa, ou de treinar de fato, para que se consiga palpar; sem o aparelho, o desenho sai do conhecimento anatômico.
- O desenho segue o que o paciente quer
Uma paciente que não queria um corpo atlético, e sim desenhado, recebeu sombras e detalhes menos agressivos, e o corpo continuou bem feminino. Dá para conduzir do desenho mais marcado ao mais sutil: a escolha é do paciente.
Último bloco da fala do Dr. Lucas na manhã de sábado, aberto por uma pergunta da plateia sobre nódulos, complicações e intercorrências do Michelangelo® e do Renascence®. O Dr. Lucas separou o que é esperado no pós do que é risco, mostrou casos em andamento e respondeu sobre ultrassom e sobre o desenho feminino. No fim, falou do lado humano do trabalho e do ecossistema do Michelangelo®, passou o vídeo do Renascence® e deu o recado para o dia 2, antes da apresentação dos parceiros.
Margem de segurança e o tecido certo
Uma pergunta da plateia levou ao tema de nódulos, complicações e intercorrências. Para o Dr. Lucas, o Michelangelo® tem uma margem de segurança muito boa, mas é preciso saber onde aplicar, estar no tecido correto e abordá-lo do jeito certo. Se a enzima lipolítica for superficializada, pode causar necrose. Ele contou que já foi chamado várias vezes para ajudar em casos de outros profissionais que usaram enzimas, porque isso acontece muito: aplicar sem critério, só para entregar resultado, dá problema.
No Renascence®, é muito raro acontecer algo inesperado. Mesmo assim, todo o processo tem de ser feito da forma mais coerente possível, num ambiente preparado para isso, e o fato de ser autólogo diminui muito a rejeição. O que ele teve uma vez foi uma paciente muito magra em que um gominho cicatrizou antes do outro: a conduta foi esperar, e resolveu. Outro paciente, acompanhado de perto, teve nódulos e hoje está ótimo.
Dito às 12h06Preciso estar no tecido correto. Preciso abordar o tecido correto.
A nodulação esperada, casos em andamento e o ultrassom
A nodulação vai acontecer. A cicatrização do processo regenerativo é disforme, como a casquinha que se forma quando se rala o joelho: não faz uma camada única, tem partes moles e partes duras. Por isso o pós-imediato fica cheio de bolinhas, o que é completamente esperado, e a cicatrização é diferente em cada paciente.
Ele mostrou casos em andamento. Num paciente ainda no Michelangelo®, com duas lipoaspirações, o abdômen está todo fibrosado e não dá mais para palpar onde ficam as inserções musculares; o trabalho foca nas queixas e nos vincos, desenhando o que seria mais ou menos a anatomia dele, e está indo bem. Noutra paciente, que treinava muito e tinha um abdômen bonito, mas sem desenho, o pós-imediato ficou cheio de nódulos e ela achou que algo tinha dado errado; depois, gostou de como ficou.
- 1
Avisar o paciente antes: vai nodular e depois vai arrumar.
- 2
Indicar massagem modeladora, feita por um profissional ou pelo próprio paciente no banho.
- 3
Esperar: em alguns pacientes passa em dois dias; a média é de duas semanas.
- 4
Reavaliar duas semanas depois: se a evolução não for a esperada, investigar.
Em abdômen deformado por lipoaspiração, usar ultrassom para achar a anatomia é "o ouro do ouro", para quem tem a mão para isso ou alguém para ajudar.
Alguns pacientes precisam de estímulo com corrente russa, ou de treinar de fato, para que se consiga palpar. Sem o aparelho, o desenho sai do conhecimento da anatomia.
Dito às 12h10Vai nodular, vai ficar assim. Depois vai arrumar, tá bom?
Corpo feminino: desenhado, não atlético
Uma paciente que queria voltar a treinar foi conduzida por etapas até chegar ao Renascence®. Ela não queria um corpo atlético, e sim desenhado: vieram um pouco de sombra e detalhes menos agressivos, e o corpo continuou bem feminino. Dá para conduzir o desenho do jeito que o paciente quer, do mais marcado ao mais sutil. Para quem tem medo de exagerar, dá para fazer um pouco e completar o Renascence® depois.
- 1
Emagrecimento.
- 2
Ginecologia e ajuste das condições hormonais.
- 3
Michelangelo®.
- 4
Renascence®, com um desenho feminino e menos agressivo.
Dito às 12h14É um paciente, e a escolha é dele.
O lado humano do trabalho
Ele usou uma imagem de que gosta muito: o escultor que dá nome ao protocolo não criava os corpos, só tirava os excessos até a obra começar a surgir. Para ele, é exatamente o que se faz no consultório, e é ainda mais bonito pelo quanto esse trabalho toca a vida das pessoas.
Contou o caso de uma paciente que, desde a adolescência, deixava de usar calça legging por causa de uma "pochetinha". O processo com o Michelangelo® foi tão bom que, nas últimas sessões, ela fez questão de mostrar à equipe como tinha sido ajudada. É estética, sim, uma lapidação, mas mexe muito com o social, e o retorno do paciente é incrível.
A gente mexe com vidas, a gente mexe com sonhos. A gente mexe com expectativas. A gente mexe com pessoas que confiam muito.
O ecossistema Michelangelo®, o vídeo do Renascence® e o dia 2
O Renascence® se tornou um braço do ecossistema, e o Michelangelo® virou a marca, que agora está se tornando franquia: pode ser levada para dentro de clínicas que já existem ou servir para criar uma clínica nova, com toda a estrutura e o passo a passo, para o paciente e para o colega médico. Os participantes passam a fazer parte dos grupos de mentorados e, quando precisarem, contam com a marca. Para ele, o Michelangelo® não é mais só uma marca: é um ecossistema que se entrega também ao paciente.
Depois de falhas na exibição, que ele chamou de "maldição da apresentação" (em todo congresso, palestra ou imersão, algum vídeo dá problema), passou o vídeo do Renascence®. A narração apresenta o ExoFiller como bioestimulador e estimulador regenerativo, produzido a partir de células autólogas do próprio paciente, trata cada corpo como uma escultura única e termina dizendo que o futuro da estética está em regenerar. Ao encerrar a fala da manhã, pediu que todos viessem confortáveis no dia seguinte: haveria scrub, mas seria um dia de muito trabalho, com muitos pacientes.
Narração do vídeo do Renascence®, às 12h21O futuro da estética não está apenas em preencher ou remover. Está em regenerar.
- P.Como ficam nódulos, complicações e intercorrências do Michelangelo® e do Renascence®?R.O Michelangelo® tem boa margem de segurança se aplicado no tecido correto; enzima lipolítica superficial pode causar necrose. No Renascence®, algo inesperado é muito raro, e o processo autólogo diminui muito a rejeição. A nodulação é esperada: passa em média em duas semanas, com massagem modeladora, e o paciente deve ser avisado antes.
- P.Em abdômen deformado por lipoaspiração, vale usar ultrassom para localizar a anatomia?R.É "o ouro do ouro": quem tem a mão para isso, ou alguém para ajudar, deve usar. Alguns pacientes precisam de estímulo com corrente russa, ou de treinar de fato, para que se consiga palpar. No caso mostrado, sem o aparelho disponível, o desenho foi feito pelo conhecimento da anatomia.
- P.Se a paciente tem medo de exagerar, dá para fazer um pouco e completar o Renascence® depois?R.Dá para fazer. Mas aí são usadas duas caixinhas, em vez de uma.
Pergunta da plateia sobre nódulos, complicações e intercorrências; o risco de necrose com enzima superficial.
No Renascence®, intercorrência inesperada é muito rara, e o processo autólogo diminui a rejeição.
A nodulação do pós é esperada, por causa da cicatrização irregular.
Em média, duas semanas, com massagem modeladora; o paciente deve ser avisado antes.
Caso em andamento: abdômen fibrosado por duas lipoaspirações.
Pergunta sobre ultrassom para localizar a anatomia.
Pós-imediato cheio de nódulos que se resolveu.
Corpo feminino: desenhado, não atlético.
O lado humano: o escultor que só tirava os excessos; vidas, sonhos e expectativas.
O ecossistema: marca, franquia e mentorados; depois, o vídeo do Renascence® e o recado para o dia 2.
Esperada depois do procedimento. Passa em média em duas semanas, com massagem modeladora, e o paciente deve ser avisado antes.
O inchaço logo depois da aplicação, que pode assustar o paciente. O resultado mais bonito vem depois.
As linhas que separam os gomos do abdômen. Nunca são retas: têm angulação, de gomo a gomo.
O líquido do ExoCube densificado em filler, usado para volume e flacidez no lugar do ácido hialurônico, com fatores de crescimento.
