- AberturaO Magu apresenta a equipe, abre o ecossistema aos participantes e mostra o dia.
- Boas-vindas e marcaDois dias para aplicar já na segunda-feira, e um nome de protocolo que veio dos pacientes.
- Dinheiro e currículoReceber é justo, os títulos ficam no consultório e, para o paciente, ele é médico da estética.
- De onde veio a demandaO paciente que se perdia antes da cirurgia e o pedido para tirar a gordura que ficava.
- A fórmulaUm produto do mercado deu errado, e os testes com uma farmácia levaram à fórmula patenteada.
- A origem do nome Michelangelo®
Começou como uma forma ainda genérica de esculpir o paciente com enzimas. Quem trouxe a marca, segundo ele, foram os pacientes: a gordura localizada ia embora e aparecia um desenho bonito. Hoje é o protocolo que ele usa e entrega aos colegas e a marca dele, sem o próprio nome, para que cada médico o leve à sua clínica.
- Dinheiro na medicina
Os médicos foram educados, da faculdade ao doutorado, a não falar de dinheiro. Para ele, quem estudou e aplica algo bom pelo bem do paciente precisa receber por isso, "nada mais justo". E é preciso mostrar um antes e depois bonito, com a parte científica em que tudo se baseia.
- Como ele se apresenta ao paciente
Mesmo com residência, mestrado, doutorado e o título de médico mais novo da Academia Brasileira, ele se apresenta como "médico da estética": excesso de títulos confunde o paciente, e os certificados ficam no consultório. Sabe fazer glúteo e facial, mas não divulga: "se eu faço tudo, eu não sou bom em nada".
- Da cirurgia geral à nutrologia
Na cirurgia geral, quem precisava antes tratar uma comorbidade ou emagrecer era encaminhado a outro profissional e muitas vezes não voltava: resolvia o problema ou operava com outro cirurgião. Inconformado, ele foi para a nutrologia, no Albert Einstein, onde passou a acompanhar o paciente de forma mais íntima e holística.
- A demanda: a gordura localizada que ficava
Quem emagrecia com ele ficava feliz, mas pedia para tirar, sem operar, a gordura localizada que não ia embora: linha do sutiã, "pochetinha", costas, abaixo do bumbum. Ele disse que resolveria e foi buscar a resposta no mestrado em emagrecimento, onde estudou a parte enzimática, o GLP-1 e os esvaziadores.
- Uma experiência ruim e a fórmula própria
Um produto do mercado causou vermelhidão e dor já na primeira sessão, e o vínculo com aquele paciente acabou. Com um amigo dono de uma farmácia white label, ele testou formulações até ter mais resultados bons do que malefícios. A fórmula, o primeiro produto do Michelangelo®, é dele e é patenteada.
Primeiro bloco da manhã de sábado, 31 de outubro, das 10:05 às 10:28, que abriu o dia e a parte teórica. Douglas Scornavaca, o Magu, sócio do Dr. Lucas, abriu o evento com a equipe, o ecossistema e a programação. Em seguida, o Dr. Lucas Luquetti contou como o Michelangelo® virou marca, como se apresenta ao paciente e como a demanda dos próprios pacientes, da cirurgia geral à nutrologia, levou à fórmula própria. Esse caminho, oferecido como modelo para quem quer criar a própria metodologia, leva aos três pilares, o tema seguinte.
Equipe, ecossistema e programação do dia
Douglas Scornavaca, que pediu para ser chamado de Magu, se apresentou como sócio do Dr. Lucas, deu as boas-vindas e anunciou que o dia seria dedicado aos dois protocolos criados pelo Dr. Lucas Luquetti. Prometeu abrir aos participantes, sem segredos, todo o ecossistema das clínicas, como a Mythos de Alphaville. Antes de chamar o Dr. Lucas ao palco, exibiu um vídeo de apresentação.
A beleza do evento foi atribuída à Ariane e à equipe dela, formada por mulheres. Antes dela, contou o Magu, a equipe era só de homens.
Os parceiros e quem cuida de cada parte do trabalho estavam presentes: do alfaiate que faz as roupas do Dr. Lucas a quem faz o agente de atendimento, o site, o tráfego pago, os vídeos e o marketing.
De manhã, a parte teórica, com o Dr. Lucas. No fim da tarde, a apresentação de um agente de atendimento personalizado para cada participante, preparado pelo Tomás.
Os microfones ficaram liberados para perguntas, e a equipe, à disposição durante todo o dia.
Dito às 10h07Tudo totalmente sem segredos.
Como o Michelangelo® virou marca
Ao abrir a fala, o Dr. Lucas disse que a equipe preparou dois dias de imersão unindo duas metodologias autorais. Não seriam só de parte científica: ele quer que os participantes saiam podendo aplicar o conteúdo já na segunda-feira, fazendo o bem aos pacientes, sem fugir da atuação médica. Agradeceu a presença e a confiança, agradeceu aos patrocinadores, entre eles ExoCube e Promoitalia, e avisou que tinha ficado com a parte mais longa, a teórica.
O Michelangelo® começou pela atuação de esculpir o paciente de forma enzimática. Antes de existir a marca, era algo completamente genérico, e ele tentou muito, sem conseguir, fazer o nome ganhar força. Quem trouxe a marca, segundo ele, foram os pacientes: a cada aplicação, a gordura localizada ia embora, aparecia um desenho bonito, e daí veio a ideia de que ele estava esculpindo o paciente.
Hoje o Michelangelo® é ao mesmo tempo o protocolo que ele usa e entrega aos colegas e a marca dele. Não se chama "protocolo Lucas Luquetti" porque ele não quer o próprio nome, nem o ego, na frente: a ideia é que cada médico leve o método para a própria clínica, fature com ele e leve resultado ao paciente.
Dito às 10h12Quem trouxe o brand pra minha vida foram meus pacientes.
Dinheiro na medicina, currículo e como ele se apresenta
Os médicos, lembrou o Dr. Lucas, foram treinados e educados, da faculdade à residência, ao mestrado e ao doutorado, a não falar de dinheiro. Para ele, quem estudou e aplica algo bom pelo bem do paciente precisa receber por isso. Também é preciso mostrar um antes e depois bonito: os casos estão no Instagram, inclusive com celebridades, mas existe uma parte científica em que tudo isso se baseia. E o Michelangelo® virou um ecossistema, baseado nas duas metodologias, que abrange também comércio, métodos e palestras.
No currículo, citou a formação em medicina na Federal de São Paulo, a residência em cirurgia geral e a nutrologia, que acabou fazendo no Albert Einstein, onde encontrou um acompanhamento do paciente muito mais íntimo e holístico e começou a parte de estudo e desenvolvimento. A maior parte dos estudos dele é em emagrecimento e nas questões enzimáticas, daí o Michelangelo®, e ele se disse o médico mais novo da Academia Brasileira, com a apresentação do protocolo. O Michelangelo® tem base científica forte; o Renascence® é muito novo, e a turma presente é a segunda a receber esse treinamento.
Mesmo assim, indo contra o ego médico, ele se apresenta como "médico da estética". Listar residência, mestrado, doutorado e tudo o que se fez é tanta informação que o paciente não se conecta com nada; quem vê o trabalho dele precisa entender que o Dr. Lucas tira a gordura localizada ou faz gominhos. A espada acadêmica e o certificado da Academia ficam no consultório, onde a formação aparece na consulta.
Faz mama, abdominoplastia, lipo, mini-lipo, braço e tecnologia, e precisa mostrar tudo isso. Só que a pessoa fica perdida.
Ele sabe fazer glúteo e facial, mas não divulga: tem uma equipe para isso. Escolheu aquilo com que mais se identifica, o corporal na estética, por gostar muito de anatomia e de desenhar.
Se eu faço tudo, eu não sou bom em nada.
Da cirurgia geral à nutrologia
Antes da parte científica, ele contou como as metodologias nasceram. Na cirurgia geral, o paciente se conectava com o cirurgião, comprava o trabalho dele e a cirurgia era planejada: hospital, equipe, datas. Muitas vezes, porém, era preciso antes tratar uma comorbidade ou simplesmente emagrecer, e ele encaminhava o paciente a um terceiro, nutricionista ou nutrólogo. Grande parte das vezes, ou o paciente resolvia no tratamento o problema que o levara à cirurgia, ou acabava operando com outro cirurgião. Ele perdia o paciente e tudo o que tinha programado.
Inconformado com essa falta de certeza, e sem se identificar com a cirurgia, foi para a nutrologia. Lá montou protocolos muito mais próximos do paciente, com foco em emagrecimento e nas comorbidades da obesidade, como diabetes e dislipidemia, e com acompanhamento geral: no Einstein, havia condições de pedir qualquer exame e tratar o paciente de forma holística. Casos resolvidos muito rápido, com resultados excelentes, fizeram os pacientes procurarem por ele, e ele passou a atender de forma particular.
Daí veio a demanda. A paciente emagrecia e ficava feliz com o resultado, mas pedia para tirar, sem operar, a gordura localizada que não ia embora: na linha do sutiã, na "pochetinha", nas costas, abaixo do bumbum. Ele disse que resolveria e foi buscar a resposta no mestrado em emagrecimento, que já tinha começado, onde estudou brevemente a parte enzimática, o GLP-1 e os esvaziadores.
Dito às 10h22Eu ficava inconformado com essa falta de certeza.
A primeira experiência ruim e a criação da fórmula própria
No Brasil havia alguns produtos para testar, e ele usou um deles. Na primeira sessão, o paciente teve vermelhidão e dor. O produto não coube no tratamento, e o vínculo com aquele paciente acabou. Ele precisava eliminar aquela gordura localizada, que descreveu como uma gordura velha. E, com a moda do GLP-1, legalizado e não legalizado, vendido até por cabeleireiro, muita gente passou a emagrecer errado: vai músculo, e a gordura localizada fica mais evidente.
Com um amigo dono de uma farmácia white label, passou a mandar estudos e formulações e a pagar os insumos para testar uma mescla que respondesse ao que os pacientes pediam: esvaziar a gordura localizada, tratar uma nodulação ou uma fibrose e manter o corpo queimando durante todas as sessões. Testou até ter mais resultados bons do que malefícios. A formulação, que virou o primeiro produto do Michelangelo®, é dele e é patenteada, mas, como médico, ele não pode vendê-la.
Assim foi nascendo a metodologia, até a criação de marca e de método. Ele reconheceu que há outras visões e apresentou esse caminho como algo que os participantes podem repetir: sair dali e criar a própria metodologia, a partir das necessidades dos pacientes, dentro da ética.
Dito às 10h27Isso daqui foi o que funcionou para mim. Isso daqui é o que vocês podem utilizar.
Douglas Scornavaca, o Magu, abre o evento: equipe, ecossistema aberto aos participantes e programação do dia.
O Magu anuncia o agente de atendimento personalizado do fim da tarde e chama o vídeo de apresentação.
O Dr. Lucas sobe ao palco: dois dias de imersão unindo duas metodologias autorais.
Agradece aos patrocinadores e conta como o Michelangelo® virou marca.
Dinheiro na medicina: receber pelo trabalho é justo, e o antes e depois precisa ser mostrado.
O currículo: Federal de São Paulo, cirurgia geral e nutrologia no Albert Einstein.
Por que ele se apresenta como médico da estética, com foco no corporal.
Como as metodologias nasceram: o paciente que se perdia antes da cirurgia.
A demanda de quem emagrecia: tirar, sem operar, a gordura localizada que ficava.
A experiência ruim com um produto do mercado e os testes da fórmula própria, até a patente.
O que o Michelangelo® se tornou: as duas metodologias, as clínicas e também comércio, métodos e palestras. Na abertura, incluiu os parceiros e quem cuida do atendimento, do site, do tráfego pago, dos vídeos e do marketing.
