- PreparoTrês caixas de tubo, de 20 a 25 ml de produto, e 1 ml por vez no subcutâneo superficial.
- AnestesiaUm pertuito, soro e lidocaína com vasoconstritor meio a meio, e a equipe preparando junto.
- AplicaçãoEstruturar todos os gomos, reavaliar e só então ajustar onde precisa de mais ou de menos.
- Abdômen femininoNa mulher, em geral quatro gomos e menos produto; quem não tem músculo pede mais produto.
- Exossomos e cinturaExossomos puros só para bioestímulo de colágeno; na cintura, vetores de ancoragem.
- TempoUma, duas horas sem problema; o que mais toma tempo é o preparo, e a aplicação, meia hora.
- O padrão do preparo
Para qualquer paciente, o padrão é retirar três caixas de tubo, que rendem de 20 a 25 ml de produto. O tubo a vácuo é de uma retirada só, e o material vai direto para a seringa, sem cabine. O ExoCube já traz os filtros; depois, falta aquecer para densificar.
- O preparo corre enquanto o médico marca
O sangue é coletado antes. Enquanto o médico marca e confere o desenho com o paciente, a equipe processa o material, o que leva tempo. O que mais toma tempo no Renascence® é o preparo; a aplicação, toda feita à mão, dura meia hora.
- Klein simplificado por um único pertuito
Soro e lidocaína, geralmente com vasoconstritor, meio a meio, sem acrescentar epinefrina nem bicarbonato, espalhados pela área inteira por um pertuito. A anestesia é pelo conforto do pós e arde por dois segundos. O vasoconstritor dá segurança e controla o sangramento.
- Primeiro a estrutura, depois a lapidação
Estruturar todos os gomos antes, sem deixar um pronto e outro sem nada, e só então lapidar onde precisa de mais ou de menos, até ficar simétrico. Começar por baixo, no subcutâneo superficial, geralmente com 1 ml, observando se deu volume.
- No abdômen feminino, em geral quatro gomos
Na mulher, ele costuma fazer quatro gomos, em geral de aparência triangular, com muito menos produto e sem desenhar a musculatura inteira, para não masculinizar. Cada paciente é um caso: quem já tem músculo pede acento; quem não tem, mais produto.
- O preparo pode esperar uma, duas horas
O preparo pode ser usado durante uma, duas horas, sem problema. Por ser sangue, parado por muito tempo ele oxida. Se for ficar 5 horas, 10 horas ou de um dia para o outro, faz-se uma nova preparação.
Em três trechos da tarde (15:26 a 15:43, 16:05 a 16:12 e 16:16 a 16:19), o Dr. Lucas Luquetti explicou, no abdômen do modelo desenhado no tema anterior, como aplica o Renascence® e respondeu à plateia. Mostrou o padrão do preparo, a anestesia com Klein simplificado, o trabalho da equipe enquanto o médico marca e a aplicação em duas etapas, estrutura e lapidação, com as diferenças do abdômen feminino. Entre um trecho e outro veio a conversa sobre a venda do protocolo, contada no tema seguinte; depois dela, as perguntas sobre duração, repetição, exossomos, cintura e anestesia, e o tempo de uso do preparo.
O padrão do preparo e o plano da aplicação
Para preencher o abdômen do modelo, o Dr. Lucas trabalha com vetorização e bôlus. O padrão que ele deixa para qualquer paciente é retirar três caixas de tubo, que rendem de 20 a 25 ml de produto. Se houver necessidade, tira mais e usa tudo o que tem para deixar o resultado bonito na hora.
O tubo tem vácuo: é um tubo, uma retirada, sem reutilização. O material sai do tubo direto para a seringa, com agulha, e por isso o trabalho dispensa cabine e vedação. A seringa é processada no ExoCube, que já vem com os filtros prontos; depois, só falta aquecer para densificar.
Na aplicação, ele geralmente usa 1 ml, no bôlus ou na retroinjeção, e observa se deu volume; se não deu, usa mais. Começa pela parte de baixo, no subcutâneo superficial, porque quer que o produto atue também na derme.
Klein simplificado e o trabalho da equipe
A anestesia é feita por um único pertuito, com cânula: a angulação dispensa vários. A solução é o Klein, que ele descreveu, a pedido da plateia, como uma junção de soro com lidocaína, geralmente já com vasoconstritor, meio a meio ("um pro um"), sem acrescentar epinefrina nem bicarbonato: um Klein simplificado. Na seringa de 20 que usaria, são 10 ml de soro para 10 de lidocaína. Depois, só espalha a solução pela área inteira, de forma heterogênea.
A anestesia é pensando no conforto do paciente no pós, não porque o produto arda. O único momento que arde é o da lidocaína, e ele avisa o paciente: são dois segundos de ardido. Prefere a lidocaína com vasoconstritor por segurança: se estiver exagerando, o paciente começa a tremer e dá para tomar providências. O vaso também ajuda a controlar o sangramento, numa visão que ele aproxima da cirurgia.
O sangue é coletado antes da marcação. Enquanto o médico marca e confere o desenho com o paciente, a equipe trabalha em paralelo: a enfermeira processa o material, com a centrífuga, a filtragem, o aquecimento e o resfriamento. É um processo que leva tempo.
Primeiro a estrutura, depois a lapidação
Depois da anestesia, ele observa como o abdômen reagiu e ajusta ao caso: como este modelo já tem mais volume na parte medial inferior, talvez use mais produto em cima. Primeiro vem a estrutura de todos os gomos, porque não dá para deixar um gomo pronto e o outro sem nada, e porque ele não sabe de antemão quanto produto terá para usar. Só depois vem a lapidação. A comparação foi com o glúteo, que é "totalmente visual": ali não existe "vou usar 20 aqui, 25 no outro".
Ele não desenha a divisão inferior do abdômen, que raramente existe, só em fisiculturista: não fica natural e lembra "aquela forma de pão". Na "entradinha", palpa a crista ilíaca, marca bem a borda e entra com a cânula por um pertuito inferior; depois acrescenta volume em cima, porque ela começa alta e vai afinando. A preocupação, disse ao modelo, é deixá-lo o mais simétrico possível, dentro da anatomia dele.
- 1
Observar como o abdômen reagiu depois da anestesia.
- 2
Estruturar todos os gomos, sem deixar um pronto e outro sem nada.
- 3
Reavaliar com o paciente deitado e, às vezes, em pé.
- 4
Lapidar: pôr mais onde precisa e parar onde já está bom, até ficar simétrico.
Dito às 15h35Aqui é uma visão de lapidação. Então, você vai construir a estrutura e depois você vai analisar onde precisa de mais, onde precisa de menos.
O abdômen feminino e cada paciente como um caso
O desenho muda com o paciente. Na mulher, a retroinjeção que dá volume aos gomos deixa "a impressão de ser a lipo HD" com muito menos produto. O modelo do palco já tinha musculatura, então o trabalho ali foi acentuar, não criar do zero. Na prática do dia seguinte, com cinco pacientes, haveria casos de Michelangelo® e de Renascence®, cada um diferente.
Em geral quatro gomos, de aparência triangular (não é regra, mas acontece muito), sem desenhar a musculatura inteira: fica muito definido e acaba masculinizando.
O trabalho é acentuar o que existe, não criar do zero.
Num paciente reto e magro, é preciso mais produto para criar volume e peso, e depois um "chorinho" onde se quer deixar mais trincado.
Dito às 15h42É individual, é muito individual.
Os exossomos como bioestimulador e o cinturão de colágeno
Nas perguntas, o Dr. Lucas contou que usa os exossomos do ExoCube puros, sem compactar, no lugar de um bioestimulador: aproveita os fatores de crescimento "apenas para bioestímulo de colágeno", no subcutâneo superficial. Quando pensa em estímulo para flacidez, faz uma ancoragem. Perguntado se seria igual a um bioestimulador, respondeu: "É o bioestimulador".
Na cintura, ele não desenha o serrátil, que se conforma de acordo com a gordura do paciente: desenhá-lo pode deixá-lo alto ou baixo demais e criar "um desenho que não é dele". No umbigo "triste", não faz nada na pele umbilical: nem bioestimulador, nem tecnologia, nem vetorização, uma visão que ele diz ser pessoal. Prefere vetores de ancoragem perto do serrátil, do arco e na região posterior, com vetorização para cima, para "amarrar essa cintura".
Eu crio um cinturão de colágeno.
O tempo de uso do preparo e o tempo do procedimento
Sobre quanto tempo o preparo pode esperar, foi dito que ele pode ser usado durante uma, duas horas, sem problema. Como é sangue, parado por muito tempo ele começa a oxidar e "fica infeccioso". O problema é deixar 5 horas, 10 horas, de um dia para o outro: aí se faz uma nova preparação.
Para o Dr. Lucas, o que mais toma tempo no Renascence® é o preparo: a retirada, o processamento, aquecer e resfriar. A aplicação, toda feita à mão, dura meia hora. Ao paciente, ele diz que são duas horas do dia, que podem ser menos ou mais. No fim, foi comentado que antes era tudo separado e que agora está "mastigado".
Dito às 16h18Isso que eu falo para o paciente: duas horas do seu dia.
- P.Quanto tempo dura o resultado?R.Não há como quantificar quando os fatores de crescimento param de agir. Pela experiência do Dr. Lucas com os próprios pacientes, quem treina e mantém bons hábitos conserva muito mais, porque o estímulo tonifica e o processo se retroalimenta. Quem não muda nada perde em 3, 4 meses, "igual ácido hialurônico".
- P.Quando o produto é usado líquido, sem virar gel, precisa de anestesia?R.Sem densificação, ele não usa anestesia: avisa o paciente de que vai dar uma coceirinha leve, nada demais. A lidocaína entra quando a coceira incomoda muito e quando é preciso descolar a pele de cima do músculo, como em quem já fez cirurgia ou alguma tecnologia e está com "tudo colado": aí é preciso abrir espaço na loja onde o produto vai se estabilizar.
Começa a demonstração da aplicação do Renascence® no modelo, com vetorização e bôlus.
O padrão do preparo: três caixas de tubo e de 20 a 25 ml de produto.
Plano da aplicação: subcutâneo superficial, começando por baixo.
Pergunta da plateia sobre o Klein simplificado usado na anestesia.
A coleta vem antes, e a equipe processa o material enquanto o médico marca.
Estrutura de todos os gomos antes da lapidação.
O abdômen feminino: em geral quatro gomos, de aparência triangular.
"É individual": a prática do dia seguinte terá cinco pacientes.
Perguntas da plateia: duração, repetição, exossomos, cintura e anestesia.
Tempo de uso do preparo e duração do procedimento.
Kit em sistema fechado que processa o sangue do próprio paciente e separa um líquido com exossomos. É a base do Renascence®.
A solução de anestesia de soro e lidocaína com vasoconstritor, meio a meio, distribuída por um único pertuito.
O ponto de entrada da cânula, sempre na parte de baixo da loja.
Sempre uma flechinha para onde se quer levar. No Michelangelo®, sempre para cima.
No protocolo, o líquido obtido do sangue do paciente, rico em fatores de crescimento. Não são exossomos puros.
A área de gordura delimitada na palpação, abordada por inteiro pelos vetores da cânula. No abdômen, vai até a crista ilíaca.
A segunda etapa da aplicação do Renascence®: depois de estruturar todos os gomos, analisar e pôr produto onde precisa de mais ou de menos, até ficar simétrico.
Vetores de ancoragem perto do serrátil, do arco e na região posterior, com vetorização para cima, para "amarrar" a cintura.

