- As canetas e o rostoResultado rápido no corpo, colaterais no rosto e as queixas que chegam à clínica.
- Sinais e arquétipoBigode chinês, têmpora e malar; um paciente cauteloso; devolver o que o tempo levou.
- Armadilhas e primeiro casoPreencher a flacidez, receitas prontas, rosto de travesseiro e um caso em cerca de 5 meses.
- ExoCube e sustentaçãoO ExoCube como estímulo, o inchaço do preenchedor a favor e corpo, rosto e cabelo numa sessão.
- Pilares e pacotesBioestimular, sustentar, reestruturar e manter, num plano com visita mensal e upgrade.
- Atendimento 360 e cabeloCorpo, rosto e cabelo na mesma clínica; no cabelo, ExoCube primeiro e PRP na manutenção.
- O rosto de quem emagrece com as canetas
As canetas emagrecedoras dão o resultado rápido que o paciente quer, mas trazem colaterais como o "corpo de Ozempic" e a sarcopenia. Resolvido o corpo, chegam queixas de queda de cabelo e de flacidez, e os pacientes percebem que o rosto se esvazia depois dos 4 meses. Para o Dr. Cássio, "não é se o paciente vai envelhecer, é o quanto".
- Os sinais no rosto: não basta preencher
Os sinais que mais aparecem no consultório dele são o aumento do bigode chinês, a perda de estrutura da têmpora e a perda de continuidade do malar. Não é só preencher nem só volumizar: é preciso associar técnicas e reestruturar pontos específicos.
- O arquétipo do paciente e a filosofia do protocolo
O paciente que emagrece e procura o rosto é cauteloso, conservador e, de certa forma, imediatista: quer mudar sem que todos vejam e ter de volta o semblante descansado. Daí a filosofia inspirada no Davi, que já estava no mármore: não criar um rosto, mas devolver o que o tempo levou, de forma regenerativa, natural, gradativa e segura.
- As armadilhas: volume demais e intervenções soltas
Tratar a flacidez com preenchimento, com "20, 25 ml" numa sessão, deixava o rosto muito inchado e, ao desinchar, com mais flacidez. Vieram depois as receitinhas de bioestimuladores e o rosto "de travesseiro". Intervenções soltas viravam "apagar incêndios", com uma nova venda a cada retorno. "Quantidade não quer dizer qualidade."
- Os 4 pilares do Face de Davi
Bioestimulação ("preparar o mármore", tratando a flacidez e nutrindo a pele), sustentação (reposicionar com fios e tecnologias), reestruturação (devolver ou, em alguns casos, remover volume) e manutenção (o paciente volta em um ano sem precisar de muito mais). Antes, ele passa pelo médico, para desinflamar, e pelo nutricionista.
- Pacotes: a compra do resultado, não da seringa
Os planos essencial, standard e premium garantem um resultado mínimo satisfatório e a condução do paciente, que vai à clínica uma vez ao mês. Cada procedimento entra conforme a indicação, e é possível fazer upgrade. No ano seguinte, o paciente deve precisar da metade do produto.
Bloco do fim da tarde de sábado, 31 de outubro, das 16:19 às 16:59, com perguntas no final. O Dr. Cássio Montalvão, cirurgião-dentista, foi chamado ao palco e apresentou o Face de Davi, o protocolo da clínica para o rosto de quem emagrece, muitas vezes com as canetas emagrecedoras: os sinais no rosto, o arquétipo do paciente, os quatro pilares, os casos e o modelo de pacotes. A conversa final tratou do atendimento 360 e do cabelo, com o ExoCube primeiro e o PRP na manutenção. O bloco veio depois do preparo e da aplicação do Renascence® e leva o ExoCube do corpo ao rosto; em seguida, veio o Michelangelo Glúteos.
A onda das canetas emagrecedoras e o que chega à clínica
O Face de Davi foi anunciado como o protocolo da clínica para o rosto, e o Dr. Cássio Montalvão foi chamado ao palco. Ele se apresentou como cirurgião-dentista e disse que queria mostrar um atalho a quem veio pelo corpo: a atenção ao rosto, porque essa demanda vai chegar. Contou ter vivido várias ondas da harmonização, desde a era do volume com preenchedores, em que os injetores tinham limitação para tratar causas como flacidez e qualidade de pele e muitos rostos ficavam parecidos, mais quadrados. Também trabalhou em várias clínicas, observando protocolos, logística, condução do paciente e conduta.
Para ele, a harmonização facial é totalmente diferente da corporal: sem acompanhar, saber intervir, escutar e planejar, o profissional cai em armadilhas. Cada um precisa ver qual é a sua régua de naturalidade e o arquétipo de profissional e de paciente com que trabalha, como a régua do natural que o Dr. Lucas mostrou no corpo. Com a onda wellness, o paciente associa saúde, performance e estética ao emagrecimento e quer resultado rápido, o que as canetas emagrecedoras permitem, mas com colaterais como o "corpo de Ozempic" e a sarcopenia, que agora aparecem em pessoas comuns. Hoje o brasileiro tem muito acesso a esse emagrecimento, com reflexo direto nas clínicas.
Depois de resolver o corpo, o rosto não tem como ficar de fora. Chegam queixas como "meu cabelo está caindo" e "estou tendo mais flacidez". Os pacientes perceberam que o rosto começa a cair e, depois dos 4 meses, a se esvaziar; quem já tinha feito esvaziamento facial e passa a usar as canetas pode ficar com aspecto "um pouco cadavérico": conquista o corpo, mas diz que se sente doente. O paciente que emagrece perde qualidade, muitas vezes já chega inflamado e, sem acompanhamento, tem outros colaterais. Protocolos preventivos diminuem essa perda, mas ele está focado no corpo, tem pouca paciência e quer a solução, e é isso que o protocolo se propõe a conduzir.
Dito às 16h27Não é se o paciente vai envelhecer. É o quanto.
Os sinais no rosto, o arquétipo do paciente e a filosofia do protocolo
O rosto passa por um processo natural de perda de volume, e os tecidos vão se afrouxando. O que se vê, e é uma das queixas principais no consultório dele, é o aumento do bigode chinês, a perda de estrutura da têmpora e a perda de continuidade do malar. Por isso, muitas vezes é preciso associar técnicas: não é só preencher, não é só volumizar, é preciso reestruturar pontos específicos.
Na harmonização, ele viu desde o início a tentativa de dar o máximo de resultado com pouco produto a pacientes que queriam o resultado "para ontem". Com a experiência, percebeu que muitas vezes ficava "apagando incêndios" e não conseguia dar o resultado de que o paciente precisava: a cada retorno, tinha que fazer uma nova venda, e o paciente gastava mais para chegar ao resultado. Daí veio o arquétipo desse paciente: o mais cauteloso, o mais conservador, de certa forma imediatista e não tão intervencionista. Ele quer mudar, mas não quer que todos vejam; quer se sentir bem e ter de volta o rosto, o semblante descansado que perdeu com o emagrecimento.
Assim nasceu o Face de Davi. A missão, nas palavras dele, não é criar um rosto, mas devolver aquilo que o paciente vem perdendo ao longo do tempo, com segurança, de uma forma mais regenerativa, mais natural e mais gradativa, e realçar a beleza dele. Essa é a filosofia do protocolo, que reuniu, a partir da demanda que aparecia nas clínicas, uma forma de condução para os participantes resolverem essas dores nos próprios pacientes.
O Michelangelo não criou Davi. Ele revelou que já estava no mármore.
As armadilhas do passado, os pilares e o primeiro caso
O paciente que emagrece vai chegar satisfeito com o corpo e perguntar o que dá para fazer no rosto. Nesse percurso, contou o Dr. Cássio, alguns profissionais tentavam resolver a flacidez com preenchimento e chegavam a colocar "20, 25 ml" numa sessão: o paciente ficava extremamente inchado e, depois de desinchar, a flacidez aumentava. Depois vieram as mesclas e as "receitinhas" de bioestimuladores, e a onda do rosto "meio de travesseiro". Para ele, a condução precisa ser muito específica para cada tipo de paciente.
O primeiro caso foi o de um paciente que o emagrecimento, de certa forma, cobrou. Ele vinha fazendo tecnologia e procedimentos preventivos, que não estavam sendo tão objetivos na queixa dele, e tratava a flacidez com preenchimento, mas a flacidez só aumentava e os resultados não duravam. O protocolo foi pensado para o acompanhamento do paciente, com resultados satisfatórios, previsíveis e duradouros, que podem vir de pequenas intervenções. Para explicar ao paciente, ele usa a imagem da fazenda: é preciso cuidar dela e nutri-la antes da colheita, e a colheita é o resultado final. Nos pilares, a bioestimulação vem primeiro, depois a sustentação, com a reposição dos tecidos, e por fim a reestruturação.
No vídeo do primeiro caso, a bioestimulação foi feita com o ExoCube associado a tecnologias, como a radiofrequência; depois vieram fios de sustentação e a reestruturação. No mesmo caso entrou o ExoCube capilar, com progressão de PRP depois, para acompanhar o resultado. Com mais ou menos 4 intervenções, num acompanhamento de mais ou menos 5 meses, o resultado foi satisfatório: o bigode chinês melhorou, e o preenchimento que estava "de forma indevida" foi reposicionado. O Dr. Cássio avisou que aquela era uma aula básica, para pincelar a visão; a técnica de cada pilar, com vetores e quantidades, fica para aulas mais extensas, por módulo.
Dito às 16h33A gente tem que cuidar dos alimentos antes da gente fazer a colheita.
O segundo caso, o ExoCube no rosto e a sustentação
O segundo caso foi o de um paciente que, depois de emagrecer, não se sentia bem com o próprio rosto. Ele sempre restringiu intervenções e, quando o incômodo cresceu, pediu que nada ficasse estranho ou exagerado. Chamavam a atenção a perda de estruturação do malar, com a "maçã mais chapada", e a perda estrutural da têmpora, um envelhecimento que, para o Dr. Cássio, as canetas aceleraram. O protocolo começou pelo ExoCube. Para ele, o primeiro pilar melhora toda a resposta seguinte: paciente com flacidez, sem nutrição e sem acompanhamento não tem resposta. Por isso a clínica trabalha integrada, na sequência abaixo.
No vídeo, o ExoCube aparece manipulado depois da coleta, com os tubos próprios, que já trazem a separação do gel e facilitam o preparo do gel injetável. A aplicação segue as regiões a melhorar, principalmente malar e olheira. No pós-imediato, o ExoCube pode dar volume, mas a intenção é o estímulo: esse volume regride, e a resposta do tecido foi muito boa, algo que ele não viu com bioestimuladores ou mesclas. O PRP continua no protocolo.
Na sustentação, muitas vezes é difícil sustentar com ácido hialurônico sem volumizar o paciente; técnicas de lift servem a poucos casos e, fora deles, o rosto fica volumizado, com certa estranheza. Com preenchedor, o inchaço deve ser usado a favor (incha, modifica e depois reduz), e isso precisa ser falado antes: muitas vezes, quando se tenta fazer de uma vez, o paciente levanta da cadeira perguntando o que aconteceu. O rosto pede foco especializado, e cada pilar tem técnicas próprias, de diluição, pontos e tipo de fio, como o de PDO, reunidas num plano passo a passo. Num caso integrado, corpo, rosto e cabelo foram tratados numa só sessão, pelas contas dele de "uma hora, uma hora e dez": o paciente disse que nunca tinha tido aquele abdômen.
- 1
Consulta com o Dr. Lucas, para regularizar e desinflamar o paciente.
- 2
Nutricionista, para adequar a alimentação: muitos têm problema por conta da tirzepatida.
- 3
Os tratamentos faciais do protocolo.
Dito às 16h39A nossa intenção é o estímulo. O estímulo é a resposta.
Os 4 pilares e o modelo de pacotes
O Dr. Cássio resumiu o protocolo em 4 pilares. Na bioestimulação, é hora de "preparar o mármore": preparar o paciente, sobretudo tratando a flacidez e nutrindo a pele. Na sustentação, o reposicionamento é feito com fios e com tecnologias. Na reestruturação, devolve-se volume e, em alguns casos, remove-se: uma cirurgia de finalidade funcional, que também tem relação estética, ainda é usada, assim como uma tecnologia para remoção. Na manutenção, observa-se tudo o que foi feito: depois de uma intervenção, o paciente volta em um ano e não deve precisar de muito mais. Prestar serviço em outras clínicas mostrou a ele que, sem continuidade, muitas vezes o resultado não vem.
Na clínica, o protocolo é vendido em pacotes: o paciente passa pela escuta, é avaliado e recebe o planejamento de acordo com eles. Para o Dr. Cássio, o pacote garante um resultado mínimo satisfatório e a condução mensal, já que uma vez ao mês o paciente vai à clínica fazer os procedimentos. Se o caso já alcançou o resultado, ele mantém o direito aos outros procedimentos do plano; se precisar de mais, pode fazer upgrade. A intenção é selecionar o público premium, que quer a sensação de cuidado contínuo e não quer saber quanto gasta por sessão, com benefícios de exclusividade, para tornar o paciente mais VIP. O standard é a porta de entrada.
No pacote anual, ter direito a um procedimento não significa fazê-lo todo mês: a toxina botulínica entra conforme a indicação, e o Radiesse respeita os períodos necessários, "de 4 a 6 meses", conforme o resultado. A execução é a mesma, mas individual: dois pacientes no mesmo plano não necessariamente o usam da mesma forma. Para ele, o paciente está comprando um protocolo, e a clínica entrega o resultado. A rentabilidade cresce: no começo gasta-se muito produto, depois vêm pequenas intervenções e, no ano seguinte, o paciente deve precisar da metade. No fecho, ele lembrou a armadilha de pensar "coloquei dez, vou colocar vinte": quantidade não quer dizer qualidade, e muitas vezes é preciso colocar menos.
- 1
Identificar e escutar o paciente.
- 2
Avaliar em que momento ele está.
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Planejar de acordo com o protocolo fechado.
- 4
Executar sem atrapalhar a vida dele e sem fazer tudo de uma vez.
Para quem sente o rosto cedendo, acha que os procedimentos não estão durando e quer "dar uma levantadinha". Mais preventivo: estímulo para a qualidade de pele, um pouco de flacidez e refinamentos, como na boca. O acompanhamento é por seis meses.
O paciente vai executando as técnicas e tecnologias a que tem direito no plano, conforme o tipo de tratamento e o planejamento feito com ele.
Para quem precisa de uma intervenção maior, que pequenas intervenções não alcançariam. Num dos casos, a paciente começou no standard, viu o resultado e fez upgrade, num tratamento de mais ou menos oito meses.
Começando pela bioestimulação, o paciente dificilmente vê resultado logo. Por isso, às vezes entram Radiesse, fio ou um pouco de preenchimento para o resultado aparecer, sem esquecer o pilar principal, a bioestimulação.
Dito às 16h48A compra do resultado, não da seringa.
O atendimento 360 e as perguntas sobre cabelo
O Dr. Cássio fechou dizendo que o Face de Davi junta estética e saúde e que aquela foi uma aula base: o curso tem módulos de bioestimulação, sustentação e reestruturação, com a condução e os tipos de produto mais a fundo, porque essa demanda vai chegar às clínicas dos participantes. Na conversa que se seguiu, foi lembrado que mesmo quem não faz facial precisa ter noção da importância do atendimento 360, que a clínica faz com os próprios profissionais e que cada participante pode levar para a sua.
Nas perguntas sobre cabelo, a conduta descrita foi: anestesia com vasoconstritor, primeira sessão com o ExoCube e, depois de mais ou menos 3 meses, a progressão com PRP, cujo gasto de insumos é pequeno. O PRP não entra de imediato porque o ExoCube, com todos os fatores de crescimento, ainda está agindo. A progressão também deixa o paciente mais adepto ao tratamento e mostra a ele o cuidado contínuo com o capilar. Foi lembrado ainda que a dúvida frequente dos médicos é quando colocar o ExoCube: o que se tem visto é colocá-lo primeiro, porque dá um resultado muito rápido, mais do que PRP ou mesoterapia com minoxidil, e deixa o paciente mais seguro.
Foi citado também o trabalho com um profissional de tricologia que faz implante. Há pacientes que começam com PRP, não veem resultado satisfatório e pensam em desistir ou partir para o implante, e há quem não queira passar por esse processo e pergunte se existe algo que não seja implante. Nesses casos, entra o ExoCube, com "um pouco de jogo de cintura" conforme o tipo de paciente e o estágio em que ele está.
Dito às 16h54Vocês precisam se atentar, porque essa demanda vai vir para vocês também, na clínica.
- P.Como é a conduta no cabelo: uma sessão de ExoCube e depois manutenção com PRP?R.Sim. A primeira sessão é com o ExoCube; espera-se mais ou menos 3 meses e segue-se a progressão com PRP, cujo gasto de insumos é pequeno. O PRP não entra de imediato, porque o ExoCube, com todos os fatores de crescimento, ainda está agindo. A progressão ajuda a acompanhar o resultado, de antes e depois, e mostra ao paciente o cuidado contínuo com o capilar.
- P.E a anestesia, como é feita?R.Com vasoconstritor. Sem anestesia é muito difícil para os pacientes, porque dói; com a anestesia, dentro do protocolo, o paciente não sente nada.
O Face de Davi é anunciado como protocolo da clínica para o rosto, e o Dr. Cássio Montalvão é chamado ao palco.
O Dr. Cássio se apresenta como cirurgião-dentista e fala das ondas da harmonização.
A onda wellness, as canetas emagrecedoras e os colaterais.
O que chega à clínica: queda de cabelo, flacidez e o rosto que esvazia.
Os sinais no rosto e o arquétipo do paciente.
Nasce o Face de Davi: devolver o que o tempo levou.
As armadilhas do passado, os pilares e o primeiro caso.
O segundo caso, o ExoCube no rosto e a sustentação.
Os 4 pilares e o modelo de pacotes: essencial, standard e premium.
Atendimento 360 e perguntas sobre cabelo: ExoCube primeiro, PRP na manutenção.
O protocolo da clínica para o rosto de quem emagrece, em quatro pilares: bioestimulação, sustentação, reestruturação e manutenção.
Kit em sistema fechado que processa o sangue do próprio paciente e separa um líquido com exossomos. É a base do Renascence®.
O inchaço logo depois da aplicação, que pode assustar o paciente. O resultado mais bonito vem depois.
O perfil traçado pelo Dr. Cássio para quem emagrece e procura o rosto: mais cauteloso e conservador, de certa forma imediatista, quer mudar sem que todos vejam e ter de volta o semblante descansado.
Corpo, rosto e cabelo cuidados na mesma clínica, por profissionais integrados. Num dos casos mostrados, os três foram tratados numa só sessão.
Essencial, standard e premium. Garantem um resultado mínimo satisfatório e a condução mensal do paciente, com cada procedimento feito conforme a indicação e a possibilidade de upgrade.

