- A ideiaO líquido dos exossomos regenera, mas não segura contorno; intensificado, vira o ExoFiller.
- Para quem éPara quem já secou com o Michelangelo®; quem só quer volume ou definição pode ir direto.
- ExoCubeDo sangue sai um líquido com exossomos, usado puro como bioestímulo ou densificado em filler.
- Na clínicaAbdômen, flancos, lombar, braços e pernas; avaliação clínica antes e processo de até 2 horas.
- Autólogo e marcaO material volta ao próprio paciente na mesma sessão; o Michelangelo® é método autoral e marca.
- Técnica e tecnologiaCânula sustenta, agulha localiza; o pós incha; a tecnologia soma, mas não é indispensável.
- O líquido regenera; o ExoFiller dá contorno
O líquido de exossomos funciona muito bem como regenerativo, mas não dura como modelador de contorno. Por isso foi intensificado numa pasta usada como se fosse um ácido hialurônico: o ExoFiller, que, além de volumizar, traz fatores de crescimento e trata a qualidade da pele.
- Primeiro secar, depois desenhar
O Renascence® foi pensado para quem já passou pelo Michelangelo® e quer mais definição e contorno muscular, mas tem uma anatomia que não permite: é preciso volumizar algumas áreas e reorganizar o corpo. Quem só quer volume de peito, gominhos ou deltoide pode ir direto a ele.
- Exossomos do sangue, processados no consultório
O kit do ExoCube filtra o sangue do próprio paciente e separa um líquido com exossomos, que não são exossomos puros. Pode ser feito em todo consultório que tenha sala de procedimento. A gordura é um tecido mais rico, mas dá muito mais trabalho, e os resultados, segundo ele, são muito parecidos.
- O clínico antes, o estético como conquista
Nas clínicas dele, todo paciente passa por avaliação clínica, exames e bioimpedância antes da coleta. Pré-diabetes, dislipidemia e processo inflamatório são tratados antes. Assim o protocolo vira uma conquista do paciente, o que cria vínculo e confiança. Se o tratamento não for coerente, não se faz.
- Material autólogo: mesma sessão, mesmo paciente
O material sai do paciente, é processado fora e volta para ele. Por causa dessa manipulação externa, o risco de rejeição não é zero. Tem de ser usado na mesma sessão: não pode ser guardado nem usado em outro paciente. Se faltar produto, coleta-se um pouco mais na hora, dentro do limite de segurança.
- Cânula, agulha e o pós-imediato
A cânula entra para amarrar e criar uma rede de sustentação, como no abdômen inferior; a agulha, para algo localizado ou onde a cânula não é confortável. O pós-imediato incha e pode assustar o paciente. Um mês depois já está bonito, e o resultado segue melhorando com a qualidade do tecido.
Bloco da manhã de sábado, em duas partes: das 10:44 às 10:49, quando o Dr. Lucas contou como nasceu a ideia do Renascence®, e das 11:04 às 11:43, depois da explicação da mescla do Michelangelo®. Em formato de palestra, com uma pergunta da plateia, ele tratou do ExoCube, do uso do líquido de exossomos e do ExoFiller, do caminho do paciente na clínica, da comparação entre o material autólogo e o ácido hialurônico, da técnica e das tecnologias que somam ao protocolo. É a base teórica do preparo e da aplicação mostrados à tarde, e foi seguida pelos casos de pacientes.
Do líquido regenerativo ao ExoFiller
Antes de explicar a mescla, o Dr. Lucas resumiu como os dois protocolos se encaixam: o Michelangelo® seca o que precisa e revela a anatomia, e depois vem o desenho. Por isso fazia sentido entregar os dois. O Renascence® nasceu do ExoCube, da Lipocube, que lá fora atua sobretudo em cabelo e face, com protocolos de regeneração celular, e nada em corpo. No Brasil, segundo ele, o interesse é pelo corpo, e a proposta foi juntar a prática regenerativa com a estética.
Chegaram até ele com a tecnologia, perguntando o que daria para fazer. O líquido extraído funciona muito bem como tratamento regenerativo, mas não dura como modelador de contorno: muitos médicos tentam reproduzir o que ele mostra nos vídeos, e o resultado fica bonito, mas não perdura, porque é só líquido. A saída foi intensificar esse líquido numa pasta, para usar como se fosse um ácido hialurônico. Assim nasceu o ExoFiller, apresentado como substituto do ácido hialurônico.
O que se usa não são células puras, e sim moléculas que podem atuar dentro do consultório.
Além de entregar o contorno, o ExoFiller tem mais fatores positivos do que só um preenchedor: fatores de crescimento e ação regenerativa.
Para regenerar, reorganizar e revelar. Por isso, Renascence.
Depois do Michelangelo®, ou direto para quem só quer volume
Depois da mescla, ele voltou ao Renascence®. O protocolo surgiu pensando em quem já passou por toda a estrutura do Michelangelo®, já zerou a gordura e quer mais definição e contorno muscular. Só que, em algumas pessoas, a morfologia e a anatomia não permitem criar esse desenho. Aí é preciso volumizar algumas áreas e reorganizar o corpo para, então, deixá-lo desenhado. Quem chega querendo só volume de peito, mais gominhos ou mais deltoide pode ir direto ao Renascence®, e continua sendo paciente do mesmo médico.
No meio disso, ele respondeu a uma dúvida comum: quanto tempo dura a ação da enzima do Michelangelo®? A resposta foi "depende". O paciente é avaliado do pescoço para baixo, tudo o que ele precisa é tratado, e ele vai secando de forma progressiva. Se mantém treino e dieta, o resultado pode durar para sempre; se larga os hábitos, volta a engordar, como acontece até depois de uma bariátrica. Por isso os dois protocolos viram quase uma conquista para o paciente.
O Michelangelo® não é vendido por área nem por quantidade de produto. Pode-se usar mais na primeira sessão e, na última, talvez só uma seringuinha.
Dito às 11h07Primeiro eu vou tratar: eu emagreço, cuido de tudo. Quando puder, eu desenho.
Exossomos do sangue: líquido ou filler
O Renascence® atua diretamente com o ExoCube, e a caixinha do kit passou pela plateia: é pequena e cheia de filtros. O sangue do paciente é coletado, como se faz para o PRP, e filtrado para separar um líquido que contém exossomos. Ele frisou que não são exossomos puros e que é preciso ter essa consciência. Para ele, o kit substitui um trabalho que, na cirurgia, levava quase duas horas, filtrando a gordura para separar um material com fatores de crescimento. Pode ser feito em todo consultório que tenha sala de procedimento, com resultados que antes ele só conseguia em tratamento cirúrgico.
Numa segunda etapa, o líquido é densificado e vira o ExoFiller, usado para volumizar como o ácido hialurônico. Para ele, é melhor porque não só enche o tecido: trata também, e a qualidade da pele melhora. Os exossomos liberam os mesmos fatores de crescimento esperados de um PRP, com muito mais potência, e o processo regenerativo continua depois do procedimento. Nem sempre é preciso densificar: às vezes o líquido é usado puro, como bioestimulador, e para bioestimular ele o considera muito mais potente.
A gordura também serve de fonte e funciona muito bem: é o tecido mais rico. Mas exige mão cirúrgica e centro cirúrgico, e por isso, para ele, o sangue é mais fácil, com resultados muito parecidos. O contorno corporal é a área dele, mas o material também serve ao rejuvenescimento, feito na clínica pela equipe. Pele com nodulação de cirurgia prévia, flacidez ou aspecto de casca de laranja melhora, e por isso, na opinião dele, o material é melhor do que o ácido hialurônico. Hoje ele trata a flacidez com os exossomos, uma molécula autóloga, nada sintético.
Tudo parte de um mapeamento corporal, que respeita a individualidade: foca a queixa, como o "umbigo triste", e trata o resto junto, num tratamento contínuo e combinado.
Num dos casos, a recuperação e a reconstrução da pele levaram quase 6 meses antes de começar o desenho.
Dito às 11h14E vai ficar bonito na hora, vai ficar muito mais bonito daqui pra frente.
Áreas mais procuradas, fluxo e a conquista do protocolo
O caminho é o mesmo nas clínicas dele, e o paciente pode ter passado antes pelo Michelangelo® ou ir direto ao Renascence®. Quem não passou pela primeira etapa, a do tratamento clínico, não conquista o estético, e o paciente entende o protocolo como uma conquista dele.
Ele contou o caso de um paciente que chegou querendo começar na hora e passou 5 meses em tratamento de emagrecimento antes de conquistar o protocolo, e comemorou como se tivesse perdido todo o peso. Esse vínculo faz o paciente confiar no médico para outros tratamentos, porque sabe que não está recebendo "empurroterapia". Se não for coerente, não se faz, e o paciente é indicado a outros profissionais.
- Avaliação clínica, com exames e bioimpedância.
- Assistência da estrutura da clínica, como cardio e fisio.
- Se houver pré-diabetes, dislipidemia ou processo inflamatório, tratar e refazer os exames.
- Com tudo certo, coleta autóloga e processamento no ExoCube.
- Da coleta até o paciente sair com o desenho feito, no máximo duas horas.
Abdômen, flancos e região lombar. Braços e pernas têm hoje procura gigantesca, sobretudo de mulheres que querem desenhar o ombro e a retração do tríceps, e mais ainda no fim do ano.
É possível, mas o preenchimento exigiria muito produto e tirar muito sangue do paciente, com risco de anemia. Ainda é uma barreira que se tenta resolver.
Dito às 11h26Se for coerente, você entra com este tratamento. Se não, não. Ponto.
Autólogo ou ácido hialurônico, e o protocolo como marca
Na comparação com o ácido hialurônico, ele destacou, para o material do próprio paciente, benefícios progressivos, estímulo de colágeno, qualidade tecidual, biocompatibilidade e resposta biológica. Toda vez que se pensa em estruturar, é preciso pensar no que isso pode gerar no futuro para o paciente.
Como diferenciais, citou a tecnologia americana do ExoCube, que está chegando ao Brasil, e o Michelangelo® como metodologia autoral e exclusiva: quem aprende pode executá-lo e usá-lo como marca no consultório. Ele quis que o protocolo fosse fácil de reconhecer por pacientes e colegas. Assim como há pacientes que pedem um procedimento pelo nome, sem saber o que é, porque viram o resultado em outra pessoa, a ideia é que peçam o Michelangelo®.
Autóloga: sai do paciente, é processado fora e volta para ele. É o contrário do heterólogo, um produto sintético.
O risco não é zero, por causa da manipulação externa.
Na mesma sessão. Não se guarda e não pode ser usado em outro paciente.
O ácido hialurônico comprado tem volume fixo: acabou, acabou. Com o ExoCube, se faltar produto, a enfermeira coleta um pouco mais na hora, dentro do limite de segurança.
Dito às 11h31Se ficar resíduo, está ótimo. É seu.
Cânula ou agulha, visagismo, pós-imediato e tecnologias somativas
A cânula entra quando ele quer amarrar e criar uma rede de sustentação; a agulha, quando quer algo localizado ou onde a cânula não é confortável para o paciente. No abdômen inferior, sempre amarra, porque esvaziar ali faz a pele despencar. Em locais menores, sem essa característica de flacidez, como a gordurinha do sutiã, usa a enzima sem problema. Muito do trabalho vem do visagismo corporal: pensar em luz e sombra, com conhecimento das divisões musculares, para volumizar o que deve aparecer e trabalhar sulcos que criam sombra.
O paciente que pediu um gomo bem marcado pode se olhar no espelho logo depois e achar que ficou demais: há lidocaína e inchaço, e é preciso prevenir o paciente. Muitas fotos postadas são do pós-imediato, mas o resultado mais bonito e coerente vem muito depois. Um mês após o procedimento já está bonito e segue progredindo, porque a qualidade do tecido melhora. É preciso trabalhar com a anatomia de cada um: dá para regularizar uma assimetria, mas não criar gominho onde não existe, o que desfigura, e depois o paciente reclama, mesmo tendo sido ele quem pediu.
A tecnologia não é indispensável: soma para entregar mais resultado, por exemplo a quem vem de longe e quer rapidez. O Thunderbolt Boost, que ele disse ter sido estruturado junto com o procedimento dele, faz agulhamento com radiofrequência. Sobre o futuro, ele vê com cautela a ideia de que os peptídeos vão resolver tudo ou de que uma nova molécula vai substituir a lipoaspiração: ainda não é fato, e ele se apoia na academia, onde fez mestrado e doutorado. Como o Michelangelo® é metodológico, o que surgir com resultado é só somado ao protocolo.
Pode entrar na mesma sessão, logo depois de terminar o protocolo.
Não no mesmo momento na área volumizada, porque o volume precisa se estabilizar. Em áreas diferentes, sem problema.
A tecnologia também ajuda em estrias, rugas e outras alterações finas, mas o foco dele é colar a pele e tratar flacidez.
Dito às 11h38A tecnologia hoje, ela não é indispensável. Ela é uma utilização somativa.
- P.Ele trabalha com sangue ou com gordura?R.Com sangue. Com gordura, só muito raramente, em cirurgia, onde tem centro cirúrgico, em São Paulo; na clínica de Alphaville, não. A gordura tem mais fatores de crescimento, mas o resultado visual é muito parecido, e trabalhar com ela, da retirada à entrega, é bem mais difícil.
Pergunta à plateia quem já teve contato com o ExoCube e conta como ele entrou no protocolo.
Apresenta o ExoFiller, o líquido intensificado para ser usado como um ácido hialurônico, e o sentido do nome Renascence®.
Depois da mescla, volta ao Renascence®: o protocolo de quem já passou pelo Michelangelo®.
A caixinha do ExoCube passa pela plateia.
Compara o preparo a partir do sangue e a partir da gordura.
As áreas mais procuradas e o glúteo, que ainda é uma barreira.
O caminho do paciente nas clínicas e a conquista do protocolo.
Material autólogo e ácido hialurônico; os diferenciais e o protocolo como marca.
Cânula ou agulha, visagismo corporal e o pós-imediato.
O Thunderbolt Boost como tecnologia somativa e o que vem pela frente.
O uso conjunto dos dois protocolos: o Michelangelo® seca e revela a anatomia, o Renascence® desenha.
Kit em sistema fechado que processa o sangue do próprio paciente e separa um líquido com exossomos. É a base do Renascence®.
O líquido do ExoCube densificado em filler, usado para volume e flacidez no lugar do ácido hialurônico, com fatores de crescimento.
No protocolo, o líquido obtido do sangue do paciente, rico em fatores de crescimento. Não são exossomos puros.
O estético visto pelo paciente como uma etapa conquistada depois de tratar a primeira fase. Cria vínculo e confiança.
Os vetores da cânula em leque para cima, que sustentam a pele depois do esvaziamento.
Pensar o corpo em luz e sombra: volumizar o que deve aparecer e trabalhar sulcos para criar sombra.
O inchaço logo depois da aplicação, que pode assustar o paciente. O resultado mais bonito vem depois.
Agulhamento com radiofrequência. Pode entrar na mesma sessão do Michelangelo®. No Renascence®, não sobre a área volumizada.
O que sai do próprio paciente, é processado fora e volta para ele na mesma sessão. Não pode ser guardado nem usado em outro paciente. É o contrário do heterólogo, sintético.
O protocolo que usa o ExoCube, material do próprio paciente, para volumizar e desenhar o corpo, tratando ao mesmo tempo a qualidade da pele. O nome resume a proposta: regenerar, reorganizar e revelar.

