- ExoVSlimO produto do Michelangelo® é uma mescla, e todo esvaziador precisa de ácido desoxicólico.
- Mecanismo e aplicaçãoLise dos adipócitos com inflamação proposital, sem dor, e três dias sem anti-inflamatório.
- EnzimasColagenase, lipase e hialuronidase para danos de cirurgia: primeiro aplanar, depois desenhar.
- Aumento metabólicoPara o metabolismo seguir ativo até a sessão seguinte, mesmo se o paciente não treinar.
- PeptídeosPouca ação na gordura e colágeno tipo 1 e 3 na pele, para a área esvaziada não despencar.
- ExoVSlim GelGel com peptídeos que continua a sustentação na derme, resfria a área e dá conforto.
- ExoVSlim: mescla com ácido desoxicólico como base
O produto do Michelangelo® é o ExoVSlim, formulação patenteada produzida pela Promoitalia. Todo esvaziador de gordura precisa de ácido desoxicólico, como ativo único ou como base. Nos Estados Unidos ele é usado sozinho; aqui, segundo o Dr. Lucas, sozinho não funciona, e por isso entram outros componentes que somam ação.
- Lise com inflamação proposital
A mescla age como detergente biológico: lise dos adipócitos, com inflamação proposital. Não dói, mas tremor, taquicardia leve, mais suor e mais urina são esperados. Anestesia local, sem sedação, e três dias sem anti-inflamatório. O uso é médico e cuidadoso: em excesso ou superficial, pode causar danos.
- Enzimas para fibroses e nódulos
Colagenase, lipase e hialuronidase, usadas há muito tempo por ele, contêm fibroses, nodulações e acréscimos de tecido deixados, por exemplo, por lipoaspiração. Se há dano, primeiro ele aplana, depois tira a gordura e desenha, se preciso em duas etapas; em alguns casos, o nódulo achado na palpação recebe aplicação direta para dissolver.
- Aumento metabólico entre as sessões
Muitos pacientes prometem treinar e comer bem e não cumprem. Para se prevenir, a mescla traz linoleato de carnitina, para que a parte metabólica siga acontecendo de forma progressiva até a sessão seguinte, daqui a 15 dias, mesmo que o paciente não treine ou viaje.
- Peptídeos e sustentação da pele
Na gordura, os peptídeos agem pouco. O efeito esperado é na pele: colágeno tipo 1 e tipo 3, para sustentar a área esvaziada, que de outro modo sobraria e despencaria. Antes em duas ampolas, a mescla hoje vem numa só, e a vetorização é sempre para cima, criando sustentação.
- ExoVSlim Gel no pós-procedimento
Gel com peptídeos, criado pela Promoitalia, que continua a sustentação e a criação de colágeno na derme depois do procedimento, resfria a área aquecida e dá conforto. Para ele, é "muito mais do que um mimo" e faz parte do luxo entregue ao paciente.
Terceiro bloco da manhã de sábado, 31 de outubro, das 10:49 às 11:04, na parte teórica da palestra do Dr. Lucas Luquetti. Logo depois de contar como a ideia do ExoCube e do ExoFiller deu origem ao Renascence®, ele abriu o que existe dentro do ExoVSlim, o produto do Michelangelo®: por que é uma mescla com ácido desoxicólico, como age, o que avisar ao paciente, as enzimas para fibrose, o aumento metabólico e os peptídeos, até o ExoVSlim Gel. A aplicação, disse, seria muito trabalhada no dia seguinte; em seguida, ele passou ao Renascence®.
Por que uma mescla com ácido desoxicólico
O Michelangelo® é hoje um grande ecossistema, e o produto usado no protocolo é o ExoVSlim: uma formulação patenteada, hoje produzida pela Promoitalia. É uma mescla, e o Dr. Lucas explicou por quê. O protocolo trabalha com esvaziadores de gordura, e, por classificação, um esvaziador de gordura precisa conter ácido desoxicólico, seja como ativo único, seja como base.
O ácido desoxicólico é muito trabalhado nos Estados Unidos há muito tempo, com base científica forte e muito uso em estudos. É derivado do ácido cólico. Lá, é o ativo único de um produto aprovado pela FDA, muito utilizado para papada, com resultados que ele chamou de excelentes. Quando foi trazido para o Brasil, segundo ele, passou pelas regulações brasileiras e teve a atividade lipolítica cortada; o que funcionava lá não funcionava aqui, porque o produto foi reorganizado.
Daí a necessidade da mescla: sozinho, aqui no Brasil, o ativo não funciona, e é preciso somar componentes que aumentem o poder metabólico e lipolítico da molécula.
Dito às 10h52Esse cara sozinho, aqui no Brasil, não funciona.
Como a mescla age e o que avisar ao paciente
O mecanismo de ação é o de um detergente biológico: a molécula causa a lise dos adipócitos. Para ele, no emagrecimento só existem dois caminhos, tirar os adipócitos ou emagrecer a célula e deixá-la menos túrgida, e o protocolo trabalha com a quebra e a lise, com extravasamento, uma parte metabólica e um processo inflamatório que é proposital.
O procedimento é minimamente invasivo, com agulhas e cânulas, aplicado de forma localizada e em outros planos, em leque, criando uma rede de sustentação. A aplicação seria muito trabalhada no dia seguinte.
Na mescla entram ainda componentes que aumentam o poder lipolítico. Ele citou um lipossoma, de estabilização difícil e cuidadosa, e outro derivado do ácido cólico, com a mesma atuação do desoxicólico, mas bem menos lipolítico, que soma sinergia. Por isso o uso tem de ser cuidadoso e médico: usado em excesso ou aplicado de forma superficial, pode causar danos.
A molécula e a mescla não doem. Não há sedação: a anestesia é local.
O corpo fica um pouco diferente: um pouco de tremor, taquicardia leve, um pouco mais de suor e de urina. Tudo é esperado, porque a cascata inflamatória vai acontecer.
O paciente sai do consultório e pode ir direto para a academia.
Durante três dias, para que a inflamação proposital aconteça.
Dito às 10h55Não é todo mundo que pode fazer. Tem que tomar cuidado.
Enzimas para fibroses e nódulos
Ele foi colocando na mescla componentes que o ajudavam com os pacientes que o procuravam, inclusive com danos deixados por cirurgias. São coisas que o cirurgião não pode garantir que não vão acontecer: fibroses, nodulações e acréscimos teciduais que não deveriam estar ali, criados às vezes por uma lipoaspiração, como na parte em que a cânula não passou. E podem aparecer muito depois, daqui a 5 anos, no exemplo dele, quando o paciente nem fala mais com o cirurgião e mesmo assim colhe os danos.
Aprendendo com a área facial, ele usa há muito tempo colagenase, lipase e hialuronidase para conter esses danos. Se já existe um nódulo ou uma fibrose, primeiro trata os danos e depois desenha; se for necessário, faz em duas vezes. Há casos em que o nódulo é encontrado na palpação e recebe uma aplicação direta para dissolver.
- 1
Tirar as nodulações e a fibrose, deixando o plano mais fácil de ser trabalhado.
- 2
Depois, tirar a gordura localizada.
- 3
Por fim, desenhar.
Dito às 10h57Primeiro os danos e depois eu vou desenhar. São etapas.
Aumento metabólico com linoleato de carnitina
Os pacientes que procuram o protocolo são diversos, e é preciso desconfiar das promessas da grande maioria: dizem que vão treinar todo dia e comer direito e, ao sair do procedimento, fazem o contrário. O médico precisa se prevenir disso, porque é o trabalho e o nome dele que estão em jogo.
A forma encontrada foi o aumento metabólico: a mescla usa linoleato de carnitina para que a parte metabólica aconteça de forma progressiva. Assim, o paciente que faz o procedimento e só volta na sessão seguinte, daqui a 15 dias, sai "blindado": mesmo que não treine, não faça nada ou viaje no feriado, a metodologia continua agindo sobre os adipócitos.
Dito às 10h58A gente tem que se prevenir disso. É o nosso trabalho, é o nosso nome.
Peptídeos para sustentar a pele
Houve uma onda, que agora está diminuindo, de achar que o peptídeo resolveria tudo, mas os peptídeos já são muito usados há bastante tempo. Ele trouxe também a visão da cirurgia: um peptídeo pode ser usado numa rafia ou numa cirurgia de reconstrução, como num rompimento do bíceps, para criar uma espécie de película de proteção e sustentação.
Na mescla, os peptídeos atuam tanto na gordura quanto na pele. Na gordura, o processo de lise e de esvaziamento é pequeno: "quase nada, mas existe". O efeito mais esperado é na pele, com a criação de colágeno tipo 1 e tipo 3, fatores de sustentação. Quem tem flacidez já perdeu esses dois tipos de colágeno, e, ao esvaziar um tecido, a pele que sustentava aquele volume vai sobrar e despencar; os peptídeos entram na mescla para que isso não aconteça. Na primeira formulação, os componentes ficavam divididos em duas ampolas, uma delas com os peptídeos; a Promoitalia, com tecnologia italiana, juntou tudo na mesma ampola, o que facilita o trabalho.
Na aplicação, toda a vetorização é voltada para cima, para sustentar, e o paciente precisa ser avaliado todas as vezes, porque não é receita de bolo. A atuação provoca uma movimentação, um dano, que ele quer de forma proposital, junto com o peptídeo, para que haja reconstrução com esses fatores: esvaziar e, ao mesmo tempo, criar sustentação.
Então, vou esvaziar. Ok. Mas eu também vou criar um processo de sustentação.
O ExoVSlim Gel no pós-procedimento
Como se trata de um processo de luxo, a Promoitalia teve a ideia de colocar algo para agradar o paciente e criou o ExoVSlim Gel, com peptídeos. A ideia é que continue todo o processo de sustentação e de criação de colágeno na derme. Para ele, o gel é "muito mais do que um mimo": o procedimento é mecânico, com inflamação, e pode aquecer um pouco a área; quando colocado, o gel faz um resfriamento e dá conforto, parte do luxo que se entrega ao paciente.
Ele adiantou que falaria também das tecnologias: depois de uma tecnologia, usar o gel faz mais sentido, porque ela abre a porta para que ele atue.
Dito às 11h03Muito mais do que um mimo para o nosso paciente.
O ExoVSlim, produto do Michelangelo®: formulação patenteada, produzida pela Promoitalia.
Todo esvaziador de gordura precisa de ácido desoxicólico, como ativo único ou como base.
Nos Estados Unidos, o ativo é usado sozinho; no Brasil, sozinho, não funciona.
Detergente biológico: lise dos adipócitos e inflamação proposital.
O que avisar ao paciente e como se aplica, com agulhas e cânulas.
Três dias sem anti-inflamatório; os componentes que somam ação e o cuidado no uso.
Enzimas para fibroses e nódulos deixados por cirurgias: primeiro os danos, depois o desenho.
Aumento metabólico com linoleato de carnitina.
Peptídeos: pouca ação na gordura, colágeno na pele e a mescla numa só ampola.
O ExoVSlim Gel, para o pós-procedimento.
A mescla do Michelangelo®: ácido desoxicólico como base, peptídeos, enzimas e linoleato de carnitina numa só ampola, produzida pela Promoitalia.
Base de todo esvaziador de gordura. Age como detergente biológico e causa a lise dos adipócitos, com uma inflamação proposital.
O motivo do intervalo de 15 dias entre as sessões: o corpo precisa inflamar e desinflamar antes da aplicação seguinte.
Os vetores da cânula em leque para cima, que sustentam a pele depois do esvaziamento.
Sempre uma flechinha para onde se quer levar. No Michelangelo®, sempre para cima.
Gel com peptídeos para depois do procedimento: continua a sustentação e a criação de colágeno, resfria a área e dá conforto.
O tipo de ativo com que o Michelangelo® trabalha. Por classificação, precisa conter ácido desoxicólico, como ativo único ou como base.
A inflamação desejada que acompanha a lise dos adipócitos. Por isso o paciente fica três dias sem anti-inflamatório depois da aplicação.
O linoleato de carnitina na mescla, para que a parte metabólica siga acontecendo até a sessão seguinte, mesmo que o paciente não treine.

